Popline faz duras criticas ao novo vídeo de madonna

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Enquanto arrecada incontáveis milhões de dólares nos atuais shows da “MDNA Tour”, que pode se tornar a maior turnê feminina da história, Madonna parece ter encontrado uma brecha em sua agenda para lançar o terceiro single do álbum “MDNA”.
O single “Turn Up The Radio” tem a cruel missão de tentar tirar o trabalho do buraco, após as tentativas mal sucedidas de “Give Me All Ur Luvin” e “Girl Gone Wild”. Apesar de não ser uma obra de arte, o single tem, claramente, mais potencial do que as duas anteriores: “Turn Up The Radio” é menos infantil que “Give Me All Ur Luvin” e menos datada que “Girl Gone Wild”.
A inércia pela qual Madonna atualmente passa, entretanto, é tão forte que apenas um milagre poderia fazer com que alguma faixa desse trabalho conseguisse ter alguma chance de emplacar: as rádios já se acostumaram a não tocar as músicas da rainha do pop, o público em geral já está com uma imagem ruim do disco e a gravadora já parece ter desistido de trabalhar no referido material. A equipe da cantora, inclusive, não parece estar preocupada em tentar, de fato, gastar forças em tentar fazer com que “MDNA” tenha um hit. O exemplo disso é o entediante videoclipe gravado para a canção em questão.
“Turn Up The Radio” tem uma letra insossa escrita por Martin Solveig, na qual Madonna proclama versos como "I'm stuck like a moth to a flame/ I'm so tired of playing this game" que se enquadram perfeitamente na situação atual da artista perante o mercado fonográfico, bem como clichês inacreditáveis como “"I just wanna get in my car/ I wanna go fast and I gotta go far".
Embora seja uma das faixas mais radiofônicas do atual disco da intérprete, “Turn Up The Radio” traz Madonna fazendo o que faz pior: a cantora imposta sua voz em tons pré-adolescentes, que por mais que a artista não aceite, não condizem mais com sua realidade. A realidade de Madonna, hoje, é a de uma senhora de mais de 40 anos que deveria lembrar-se de que há como envelhecer de forma artisticamente primorosa no aspecto vocal – e isso ela já provou que sabe com trabalhos como os discos “Ray Of Light” e “American Life”. O tempo e as turnês milionárias, talvez, tenham feito com que ela se esquecesse.

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